quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Façam Lá a Vontade ao ROC





Chama-se Jordan CHAPPELL, tem 19 anos e joga a extremo no Sheffield United.



Caro Luis Duque, não deixe o ROC ficar mal e traga lá o rapaz.



PS: Tentei com afinco encontrar um Cheers mas porra, Cheers só mesmo "aquele bar"

Eu Não Disse ? - 2

Sobre a possibilidade de João Ferreira ser castigado o presidente do Nacional declarou "Estou a favor do árbitro. Não deve ser castigado".

A merda já se está toda a juntar e a vir ao de cima e desconfio que hoje vai haver mais disto...

Eu Não Disse ?

"Os árbitros têm sido uns heróis" - Pinto da Costa

Já começaram as tentativas para desacreditar a nossa luta, e isto é só o início.

No entanto uma pergunta fica no ar e é uma daquelas perguntas que sempre ficam na boca dos jornalistas que perante PC se acobardam e não ousam confrontá-lo, e essa pergunta seria: E o Sr. Pinto da Costa inclui no rol desses heróis o João Ferreira que o FCP tanto criticou no passado ou esse fica de fora da lista ?

SL

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Esclarecimento Sobre o Post Anterior ( O Papel do SLB )

Dei-me conta "a posteriori" que do post anterior pode resultar - erradamente diga-se - a ideia de que a luta que a Direcção trava neste momento com as instâncias arbitrais e futebolísticas nacionais deve ser feita também contra o Benfica, e essa não é, de todo, a minha opinião.

Quer queiramos quer não, é altamente improvável que consigamos mudar verdadeiramente algo contra FCP e SLB, e ainda que no campo desportivos detestemos tanto um como outro, é forçoso reconhecer que nos últimos 30 anos o principal motor da corrupção e da adulteração da verdade desportiva em Portugal tem sido o principal clube da cidade Invicta, pelo que é aí que deve incidir o foco sob pena de nos dispersarmos ao começarmos a disparar em todas as direcções.

Nesse sentido, a nossa luta terá tantas mais possibilidades de sucesso quanto maior for o número de clubes que nos "secundem" ( coloco a expressão entre aspas pois não utilizo o termo secundar com o intuito de os colocar num aposição subalterna face ao próprio SCP ) neste labor árduo que ora encetámos de modo mais visível pela verdade desportiva, e aqui é inegável que ter o SLB na nossa trincheira é melhor que tê-lo do lado de lá. E se a nós se juntarem ainda aqueles clubes que, apesar da sua menor dimensão, não têm tido pejo em bater o pé ao Pinto da Costa ( Marítimo, Guimarães, etc ), podem finalmente estar reunidas as condições necessárias para isto dar uma volta de uma vez por todas.

Há no entanto que ter cautelas e tornar bem claro que o que se pretende é isenção e justiça e não uma simples transferência de poderes das mãos de uns para outros, pois nesse cenário voltará a ser sacrificada às mãos de interesses particulares a verdade pela qual pugnamos. É neste particular que temos que ter alguma cautela com o SLB que perante um cenário de enfraquecimento do poder do FCP poderá não ser capaz de resistir à tentação de ocupar o lugar do rei-morto e auto declarar-se rei-posto nos principais órgãos dirigentes do futebol luso.

Venha pois para esta batalha quem vier por bem, sem agendas escondidas nem mal-disfarçadas intenções de suceder dinasticamente àqueles que, quero acreditar, acabarão por ser depostos. Se o propósito for esse então mais vale só que mal acompanhado.

SL

É Guerra, É Guerra.

Há neste momento um sentimento de solidariedade transversal a toda a nação leonina para com a Direcção do clube na luta que esta decidiu travar contra um dos maiores câncros do desporto nacional nas últimas 3 décadas: a falta de imparcialidade das arbitragens e a subserviência dos seus agentes para com um sistema pouco claro e comprovadamente sujo onde alguns dos seus mais importantes actores são movidos por outras razões que não o amor à verdade e à justiça, como seria exigível a quem desempenha tais cargos.

No entanto esta batalha não se afigura fácil pois o Sporting está "encalhado" entre os outros dois grandes que, cada um à sua maneira, tudo farão para diminuir a importância e justeza das pretensões sportinguistas procurando ignorá-las, uns, e ridicularizá-las, outros.

As motivações de ambos são contudo diferentes, pois se de um lado encontraremos um FCP que, tendo conseguido sair quase incólume do processo Apito Dourado, está agora melhor preparado do que nunca para escapar às teias da justiça posto que não voltará a cometer uma segunda vez os erros outrora feitos ( mas que não abdicará concerteza de novos métodos para manter o "status quo" ) , no outro teremos um Benfica que aspira a ocupar o lugar do FCP com a agravante de ter sido nos últimos anos o único clube a atacar abertamente Pinto da Costa e a falar sem rodeios do processo Apito Dourado, o que falaciosamente - como adiante se demonstrará - leva os benfiquistas a alegarem uma suposta superioridade moral face ao Sporting na luta pela verdade desportiva que agora se trava.

Não obstante tudo quanto se escreveu anteriormente, é bom que o Sporting não perca o contacto com a realidade e assuma também culpas próprias para a actual situação em que se encontra o futebol nacional e, por inerência o próprio clube, pois é inegável que as tem no seu cartório, e escamoteá-lo só nos retirará o crédito de que tanto precisamos para vencer esta guerra contra os poderes instalados. Nesse sentido vi com bons olhos as críticas para dentro feitas por Carlos Freitas e Domingos na sequência do empate em Aveiro, e acho mesmo que será importante falar da expulsão perdoada a Jeffrén na 1ª jornada ou de outros benefícios arbitrais de que possamos gozar ao longo do campeonato pois uma coisa é certa: os erros - contra e a favor - não vão terminar.

Mas voltando ainda aos erros próprios, o que mais nos pesa é sem dúvida o silêncio ensuredecedor a que o SCP se remeteu após a divulgação das escutas do Apito Dourado e, mais grave ainda, da punição do FCP nas instâncias desportivas sem que este tenha sequer recorrido da mesma. Esta foi uma péssima decisão em toda a linha pois deu de bandeja ao Benfica a oportunidade para se arvorar em arauto da verdade desportiva com a conivência de certa comunicação social e , sobretudo, do seu canal televisivo, que difundiu falsa mas largamente esta ideia.

Não se pense porém que defendemos o papel desempenhado pelo SLB em toda esta história, pois se há algo que para nós é evidente é que o facto de não termos feito correctamente aquilo que nos incumbia não torna correcta a postura adoptada pelo Benfica na matéria em análise.

Estão bem presentes concerteza na memória de todos uma série de episódios protagonizados pelo SLB e seus representantes que jamais poderão permitir-lhes ocupar uma posição de charneira nesta luta pelo facto de a prática por si adoptada estar reiteradas vezes em insanável contradição com o desejo de justiça e verdade que tanto apregoam.

A realização em Faro da partida com o Estoril, a confissão expressa de LFV de que o factor decisivo para o sucesso desportivo do clube era a existiência de uma cunha leal no principal órgão do futebol portugues, a célebre escuta em que LFV e Valentim Loureiro acertam agulhas na escolha de um dado árbitro para apitar uma final da Taça ( cuja falta de intersse na investigação por parte do MP deu ao FCP o seu principal argumento na alegação de que era vítima de uma campanha prosecutória por parte das autoridades) , o incitamento à violência e ao recurso às armas por parte do Dr. Pragal Colaço na Benfica TV, a defesa do indefensável na agressão de Jorge Jesus a um jogador do Nacional entre outros tristes casos, são suficientes para provar que aquilo pelo que o Benfica pugna é por uma justiça para os outros diferente daquela que quer para ele próprio, e é precisamente isto que tem de ser desmacarado quando da parte do SLB começar a campanha de descredibilização da actuação do Sporting e que em breve, estou certo, começará.

Quanto ao Porto, agora talvez seja tarde para reagir às desconsiderações feitas ao Paulinho - e apenas a essas me refiro já que as feitas as JEB podiam ter sido respondidas pelo próprio enquanto presidente do clube mas este, quanto a mim cobardemente, escusou-se a fazê-lo - ou ao que Pinto da Costa disse a propósito do caso Rui Jorge, mas não devem ser colocadas no arquivo morto pois também delas poderemos lançar mão em breve quando a fina ironia de Pinto da Costa o fizer abrir a boca sobre este assunto. Vamos ter de responder na mesma moeda se quiseremos acabar de uma vez por todas com esta pouca-vergonha.

Em suma, não se adivinham dias fáceis e arrisco mesmo a sugerir à nossa Direcção que compile todos as roubalheiras de que fomos vítimas ao longo das últimas décadas e as divulgue junto dos novos jogadores do clube - que são muitos - para que estes 1) tenham a exacta noção daquilo que está em jogo e 2) dêem 200% em cada partida para a vencer pois de outra forma tal será impossível.

Neste contexto o sucesso desportivo do SCP apresenta-se vital para poder dar força à Direcção na guerra contra o sistema. Os jogadores têm de estar bem cientes disto e do importante papel que protagonizam.

Só unidos venceremos.

FORÇA SPORTING !

SL


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Se Houver Um Pedido de Desculpas...

....por parte do SCP a quem quer que seja que nos tenha arrastado o nome para a lama com todo este triste episódio vou ser forçado a entregar o meu cartão de sócio em Alvalade nesse mesmo dia.

Espero que a Direcção não caia nesse logro para o qual o hábil Luis Guilherme já nos está a convidar.

SL

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O Bom, o Mau e o Vilão

Depois de quase um mês de silêncio ( affaires laborais e vacacionais ) volto em força às crónicas aqui no blog, casa dos sportinguistas de têmpera pura e dura como anuncia o próprio mote aqui do burgo.

Por forma a poder percorrer todos os temas da actualidade sportinguista sem ser exaustivo e pesado decidi lançar mão do título de a uma das obras primas da 7ª arte realizadas pelo magistral Sergio Leone, cujo leonino apelido não podia vir mais a calhar.

Vamos então por partes, sendo que, tal como no título da própria película, principiaremos pelo que de BOM tem sido feito pelo Sporting e por alguns dos seus actores principais ao longo do último mês.

O BOM

A defesa: Uma casa constrói-se a partir da base, e fazendo uma analogia entre a nossa equipa e uma habitação, sem dúvida que o sector defensivo constituirá sempre as fundações do edifício sobre as quais se erguerá uma construção mais ou menos sólida.
Neste particular, e não obstante a pouca valia objectiva das formações que defrontámos, não deixo de registar com particular agrado o facto de estarmos alguns furos acima do que fizémos o ano passado a nível defensivo.
Gostaria de destacar sobretudo o papel de Polga, que tem sido de todos os resistentes da última temporada - falo dos proscritos e não dos que claramente tinham pelo seu desempenho desportivo de continuar a fazer parte do plantel, como Patrício, João Pereira, André Santos, etc - o único a justificar plenamente a aposta em si feita por Domingos. É verdade que continuam aquelas "charutadas" para a frente como se Polga fosse um primor ao nível do passe, mas nem quando estava no seu melhor Polga era bom neste capítulo, pelo que não espero que agora me surpreenda. Seria o mesmo que ter esperanças que comecasse a marcar golos em catadupa...

O respeito dos adversários: Se havia algo que durante os últimos 3 anos me tinha deixado de rastos sempre que via jogos do Sporting era precisamente a falta de respeito com que os outrora clubes "pequenos" se apresentavam perante o SCP. Não foi raro ao longo das temporadas transactas assisitir ,até mesmo em Alvalade, a jogos onde Leiria, Académica, Portimonense e quejandos se apresentavam pressionantes, a jogarem abertos e a criarem muitas dificuldades ao Sporting ao ponto de arrancarem vitórias e empates antes pouco prováveis. Pela amostra facultada pelas 3 partidas oficiais já realizadas este ano essa reverência voltou, e em má hora diga-se, pois se hoje jogássemos com uma Olhanenese ou um Beira-Mar mais atrevidos se calhar teríamos conseguido levá-los de vencida, pois quando jogamos contra equipas excessivamente encolhidas as mesmas limitações dos anos anteriores voltam a evidenciar-se. Este é então um ponto a melhorar rapidamente pois desconfio que este ano vamos ter muitas partidas como as das 1ª e 2ª jornadas da Liga em que nos vamos ver e desejar para marcar um golinho ( pelo meno o primeiro ). A melhor prova do que digo ? a quase ausência de oportunidades de golo criadas pelos nossos adversários até à data.

As propostas para o sector da arbitragem: A conferência da passada sexta foi pretexto para muita coisa da parte de quem não quer assumir as responsabilidades que lhe assistem ao nível da arbitragem, mas a forma como foi apresentada só deixou cair no ridículo quem por cobardia não teve coragem para arbitrar o jogo de ontem. Ao invés de uma crítica gratuita, foram dadas a conhecer as linhas rectoras daquilo que o SCP entende ser o caminho para a melhoria da qualidade geral das arbitragens em Portugal. Pode-se discordar, pode-se concordar, mas o que não se pode é dizer que a forma como as coisas foram feitas belisca a honra de quem quer que seja que tenha a consciência tranquila quanto à isenção do trabalho que realiza quando mete o apito na boca. Os outros ? Bom, os outros reagem como se viu, e só o facto de terem sido todos nos faz pensar se ainda há esperança para esta ( e nesta ) gente.
O que esta reacção corporativa tem de positivo é que agora estamos num beco sem saída. Há uma luta a travar e o SCP já não pode voltar atrás. Assumir os erros próprios para os nossos fracassos desportivos ( como fez Domingos e Carlos Freitas ontem no final da partida com o Beira-Mar ) só nos dá ainda mais legitimidade para poder falar também dos erros dos outros, pois o problema da arbitragem em Portugal ( ao contrário do que muito idiota que tem acesso a vastas audiências apenas porque escreve num jornal, fala na TV ou é editor de um site desportivo ) é muito mais vasto e vai bem para lá dos erros que prejudicam o SCP, mas como diz sabiamente o povo " o pior cego é o que não quer ver ".

O apoio dos adeptos: vou aproveitar para incluí-lo já no catálogo dos "bons" pois não sei quanto tempo mais vai durar. Desde a partida com o Valência tem sido sempre a descer, mas depois de vários anos a "puxar para o boneco" outra coisa não será de esperar. Deste vez vai ter de ser a equipa a mostrar que é digna de apoio e da confiança dos sportinguistas.


O MAU

Algumas Opções de Domingos: Se houve coisa que exasperou os sportinguistas durante o 1º terço da última Liga foi precisamente a não compreensão dos motivos que levaram Paulo Sérgio a não apostar na Liga e nas competições europeias na mesma táctica que tinha dado tão bons resultados e exibições durante a pré-temporada. Tal facto minou aos primeiros falhanços a, já de si parca, confiança que os adeptos tinham no técnico alentejano e Domingos, apesar de ter outro curriculum, não se pode esquecer que também ele caminha sobre brasas e que, justificadamente ou não, este é o mesmo clube que correu com Peseiro, finalista da UEFA ,e Inácio, campeão ao fim de 18 anos de jejum aos primeiros falhanços.
Domingos não deve enveredar por esse caminho, e as duas partidas que iniciou com 3 médios de pendor mais defensivo, são bem a prova de que estas "invenções" podem ter efeitos bem mais amplos e nefastos do que aqueles que se produzem apenas dentro das 4 linhas durante o jogo.
Domingos deverá considerar então a hipótese de fazer algumas "concessões" para a bancada e apostar em gente nova ao invés de dar oportunidades infinitas a quem se encontra há já largos anos no clube sem provas dadas ( falo de Yannick e Postiga em particular ) e ainda que isso lhe possa parecer uma situação inconcebível no campo dos princípios, será um aposta com maior potencial de sucesso do que tentar comprar uma guerra contra o mundo onde só o sucesso imediato das suas apostas ( que como se sabe não tem funcionado ) poderá calar alguma raiva já mal contida em certos sectores do sportinguismo contra esses mesmos jogadores e consequentemente em desfavor equipa.

A falta de um ponta-de-lança: Mais do que cruxificar Postiga e Yannick pela falta de golos, há que perguntar porque é que no meio de 14 novas caras, e face à permente necessidade de sucesso, se apostou num jogador ainda inexperiente como Ricky Wolfswinkel. O potencial estará lá todo concerteza, mas nesta época em particular, quando o clube precisa de dar mostra inequívocas de que o caminho do sucesso vai começar a ser trilhado no imediato, nada justificava que a nossa contratação mais dispendiosa fosse justamente numa esperança e não num jogador com mais créditos ainda que com potencial para se valorizar no Sporting a fim de podermos gerar mais-valias. 5,5 milhões de euros não seriam suficientes para ir buscar alguns dos mais reputados jogadores da américa do sul, viveiro natural de muitos dos goleadores que singram na Europa ?
Não quero estar a sacrificar desde já o avançado holandês mas o fantasma de Pongolle ainda paira em Alvalade e assombra muito e bom sportinguista que não se esquece que todos os investimentos avultados que o clube fez ao longo dos anos tiveram um retorno desportivo e financeiro nulo ou quase-nulo ( Pongolle e Tello são disso um belo exemplo ).
Faltam ainda alguns dias para o mercado fechar, e não faz sentido esperar que Postiga se torne como que por magia em algo que nunca foi ( um concretizador nato ) nem que Rubio ou Ricky expludam de um momento para o outro, pelo que urge jogar uma última e forte cartada na contratação de um homem-golo pois com as alas a carburar ( Capel e Jeffrén já mostraram um pouco daquilo que são capazes de fazer ) temos de ter alguém que empurre as bolas para onde elas devem estar: a baliza adversária.

Poucas oportunidades de golo: Os segundos 45 minutos da partida de ontem foram um pequeno oásis no deserto que podia até ter sido suficiente para nos matar a sede - vencer a partida - mas já desde o jogo com a Juventus na pré-temporadatemos alertado para a pouca criatividade do nosso meio-campo que não obstante a abnegação dos seus obreiros, mostra pouco génio na hora de construir jogadas ofensivas. Matias e Marat deverão ser os homens a quem esta tarefa será confiada, mas ontem Domingos cometeu um erro de palmatória ao incluir no 11 o chileno quando era evidente a sua falta de forma. Esperamos que de futuro as coisas melhorem - só podem - sobretudo para Matias, que terá este ano a sua última grande oportunidade para singrar em Portugal. O jogo de ontem fez-me ter saudades de Valdez a 10 ( não do Valdez que jogava nas alas ).

O VILÃO:

João Ferreira - Era inevitável. João Ferreira abriu um precedente perigoso e com ele uma guerra que não vai conseguir ganhar pois é tal a sua insignificância perante um clube com mais de 100 anos de história e de muitas glórias que ainda hoje não consigo entender o que pretendia verdadeiramente o internacional português ao apresentar a sua injustificável escusa para não apitar este Domingo a partida do SCP.
Que condições terá agora para se manter como árbitro depois de colocar em cheque Vitor Pereira ao ponto de este não o poder voltar a nomear para qualquer partida do Sporting sob pena de uma segunda recusa voltar a provocar o caos na principal Liga Portuguesa de Futebol ? Que sentido faz um árbitro coarctar desta forma a competência do seu superior hierárquico ? É concebível que num universo de 25 ou 26 árbitros aptos para apitar jogos da 1ª Liga existam auto-proscritos que se recusem a apitar jogos de determinado clube ?
A situação é tão caricata que nem sequer vale a pena perder muito tempo a perguntar onde é que estava a sua rectidão moral ( e a dos outros 25 árbitros ) quando o Benfica apelou à ausência dos seus adeptos nas partidas fora da Luz pelo facto de ser constantemente prejudicados pelas arbitragens ? Onde estava a solidariedade da classe dos árbitros quando nas Antas se vivia um tal clima de terror com guardar-abéis a circular pelos túneis numa postura intimidatória para com adversários e juízes de campo ? Que fez João Ferreira quando na Luz um fiscal-de-linha foi agredido por um adepto e este voltou a frequentar as bancadas deste e de outros estádios como se nada se tivesse passado ? Que protesto fez a APAF e os seus associados quando Pedro Proença foi agredido por um adepto num centro comercial ( não interessa de que clube era pois idiotas existem de todas as cores e feitios ) ? Que disseram is árbitros quando a justiça desportiva deu por provado a sistemática corrupção de árbitros promovida pelo FCP ?
Tais perguntas ficarão evidentemente sem resposta por parte de quem pratica actos que não têm qualquer sustentação lógica e passível de ser explicada convenientemente, e o único denominador comum que se encontra entre todos os casos supra é apenas e só um: nenhum deles envolveu o SCP, e isso é a prova-última de apenas contra os SCP os homens-do-apito se enchem de brios e, quais virgens-ofendidas, vieram fazer este número demasiadamente triste para dele poderem sair com algum honra e dignidade.
Só por este motivo vale a pena continuar a lutar, e nesta luta pelo menos a Direcção do SCP terá o apoio de TODOS os sportinguistas.

SL